O aprendizado é uma maratona, e não uma corrida de velocidade

Alessandra Strazzi

Alessandra Strazzi

Advogada | OAB/SP 321.795

Advogada por profissão, Previdenciarista por vocação e Blogueira por paixão, Autora dos blogs “Adblogando“ e "Desmistificando". Formada pela Universidade Estadual Paulista / UNESP.

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O aprendizado é uma maratona, e não uma corrida de velocidade

 

Quem me disse isso foi um Juiz Federal quando eu perguntei a ele que dica ele poderia me dar de estudo para concurso público (na época, eu fazia estágio no Juizado Especial Federal).

 

Aprendizado é uma maratona, e não uma corrida de velocidade

 

Como em uma maratona, o aprendizado verdadeiro requer um longo período. E, se você queimar toda a sua energia no começo, não vai conseguir chegar ao final. Então não estude feito louco na primeira semana! Você deve equilibrar suas atividades, marcar o passo, não esquecer de respirar…

 

Ao estabelecer a sua rotina de estudos, deixe um tempinho para cuidar de você mesmo. Não deixe a sua saúde física e mental em segundo plano. Por exemplo: tirar meia horinha por dia para fazer um exercício físico leve vai fazer tão bem que vai compensar essa meia hora a menos de estudo: sua mente vai render mais.

 

Estude constantemente e em quantidades moderadas. Sempre aprenda a matéria anterior para então seguir para a próxima. Não deixe acumular! Estude conforme o tema for sendo ensinado.

Isso também serve para quem está cursando faculdade (ou, até mesmo, a escola). Não deixe para estudar tudo de última hora. Você NÃO vai aprender de verdade e, o pouco que aprender, vai esquecer logo depois. E, quando você precisar disso mais para frente, não vai lembrar.

 

“Ah, DUVIDO que você nunca tenha feito isso”. Claro que já fiz, por isso que eu sei que não resolve. É normal deixar boa parte do estudo para o momento perto da prova. O que você não pode é querer APRENDER tudo antes da prova. Este momento é para revisão, é para pegar o que você já sabe e fixar no cérebro.

 

Então é isso: tenha consciência de que seu corpo precisa se recuperar, dê esse tempo a ele, mas não use isso de desculpa para ficar folgado! Estabeleça uma rotina séria de estudos, divida bem seu tempo e, o mais importante, estude sempre!

 

Dica de estudos para concurso público

 

Se você está estudando para concurso público, recomendo que veja o vídeo gratuito preparado por Paulo Sette (link de afiliado). Ele traz dicas de estudos pouco conhecidas e promete dobrar suas chances de passar já no próximo concurso público.

 

Caso tenha gostado deste artigo e queira mais dicas de estudo minhas, deixe um comentário abaixo, por favor. Também já escrevi um artigo com dicas de estudo para o Exame da OAB: Como passei na OAB – 3 dicas pessoais para passar no Exame de Ordem! (e uma dica bônus).

 

Bons Estudos Exame OAB

Dica de estudos: entenda a importância do café da manhã

Alessandra Strazzi

Alessandra Strazzi

Advogada | OAB/SP 321.795

Advogada por profissão, Previdenciarista por vocação e Blogueira por paixão, Autora dos blogs “Adblogando“ e "Desmistificando". Formada pela Universidade Estadual Paulista / UNESP.

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Estudos e café da manhã: a refeição mais importante

 

Você tem o hábito de pular da cama logo cedo e já começar seus afazeres, sem tomar café da manhã (ou tomando somente um cafezinho preto)? Sabia que isso, além de não ser saudável, atrapalha o rendimento do cérebro?

 

Um bom café da manhã é fundamental para qualquer pessoa. Mas, quando se trata de atividades intelectuais, ele é ainda mais importante. Explico:

 

1) Quando dormimos, ficamos em jejum e nosso corpo consome a glicose que temos armazenada no fígado e nos músculos (armazenamos glicose nesses órgãos na forma de gliconênio). Assim, quando acordamos, nosso nível de glicose disponível está baixo.

2) Nosso cérebro consome exclusivamente glicose para seu funcionamento.

 

Rendimento nos estudos e a importância do café da manhã

 

Se não repomos este nutriente pela manhã, o corpo vai precisar metabolizar proteína (ou seja, músculos) para obter a glicose necessária. E não, a sua reserva de gordura da barriguinha não vai servir para isso, pois os animais não conseguem transformar gordura em glicose. Nós conseguimos transformar glicose em gordura, mas não o contrário (já as plantas, conseguem). Em animais, a gordura é transformada em outro tipo de molécula que fornece energia (os corpos cetônicos), mas não glicose.

 

E o processo de transformar proteína em glicose é bem mais demorado para o corpo do que simplesmente usar a glicose, que já é um combustível pronto para ser usado. Por isso, o desempenho mental cai.

 

Assim, meu conselho para quem está estudando (qualquer que seja o seu objetivo) é: tome um bom café da manhã! De preferência com cereais integrais, alimentos ricos neste nutriente e que são  absorvidos mais lentamente, evitando picos de glicose e mantendo a saciedade por mais tempo.

 

Outro conselho, este para quem presta concursos públicos, é clicar no link a seguir e assistir o vídeo gratuito preparado por Paulo Sette (link de afiliado). Ele traz dicas de estudos pouco conhecidas e promete dobrar suas chances de passar já no próximo concurso público.

 

Se você gostou deste artigo e quer mais dicas de estudo minhas, deixe um comentário abaixo, por favor. Também já escrevi um artigo com dicas de estudo para o Exame da OAB: Como passei na OAB – 3 dicas pessoais para passar no Exame de Ordem! (e uma dica bônus).

 

ATENÇÃO

A republicação deste artigo só é permitida se mantidos TODOS os links originais.

 

FONTE: sei disso tudo porque sou formada em Ciências Biológicas e tive a matéria de fisiologia neste curso. Também encontrei essas informações aqui: A Glicose no OrganismoFalta de carboidratos afeta funcionamento do cérebro.

Exame de ordem: qual a área jurídica mais fácil na 2ª fase?

Alessandra Strazzi

Alessandra Strazzi

Advogada | OAB/SP 321.795

Advogada por profissão, Previdenciarista por vocação e Blogueira por paixão, Autora dos blogs “Adblogando“ e "Desmistificando". Formada pela Universidade Estadual Paulista / UNESP.

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Qual a área jurídica mais fácil na 2ª Fase do Exame de Ordem?

 

Sumário

1) Introdução

2) Área jurídica com maior aprovação no Exame de Ordem

3) Área jurídica com maior aproveitamento no Exame de Ordem

4) Conclusão – Qual a área jurídica mais fácil na Segunda Fase do Exame de Ordem?

 

Qual a área jurídica mais fácil na 2ª fase do Exame de Ordem?

 

1) Introdução

 

No momento da inscrição para o Exame de Ordem, o examinando deve indicar a área jurídica (matéria) em que deseja realizar a prova prático-profissional: Direito Administrativo, Civil, Constitucional, Empresarial, Penal, do Trabalho ou Tributário.

 

Neste momento, ou até mesmo antes, começa a terrível dúvida: qual área jurídica escolher para prestar o meu Exame de Ordem?

 

Muitos dizem que a área mais fácil é Direito Penal. Outros dizem que é Direito do Trabalho. E Deus me livre de Direito Civil, dizem… Já viu a quantidade de peças??

 

Neste artigo, analiso alguns dados estatísticos para verificar qual a área jurídica mais fácil na 2ª fase do Exame de Ordem.

 

Se você está procurando um material de Estudo para o Exame da OAB, recomendo a leitura do meu artigo: Resenha: Material Completo de Estudo para Exame da OAB.

 

2) Área jurídica com maior aprovação no Exame de Ordem

 

Analisando os dados do relatório Exame de ordem em números (formulado pela FGV Projetos em parceria com a OAB), que engloba dados do II ao X Exames de Ordem Unificados, a área jurídica em que os candidatos mais tiveram aprovação foi Direito Constitucional. Com exceção o V Exame, todos os outros foram liderados por esta matéria, em termos de aprovação geral.

TABELA – Evolução do percentual de examinandos aprovados por área jurídica escolhida (%) – II ao X Exame de Ordem Unificado (EOU) (Tabela 8 do relatório Exame de ordem em números)

Área Jurídica

Exame Administrativo Civil Constitucional Trabalho Empresarial Penal Tributário
II 29,1 26,2 38,6 12,3 23,9 9,2 21,9
III 14,5 12,6 31,3 8,8 16,3 13,1 13,3
IV 21,2 17,1 22,6 11,1 13,0 16,4 14,3
V 39,1 41,8 38,7 12,9 31,1 18,3 24,1
Vi 28,1 32,6 40,7 20,8 32,3 29,5 11,0
VII 12,1 31,1 40,1 13,1 17,2 5,4 15,8
VIII 8,8 30,5 25,0 9,2 19,1 21,1 14,8
IX 16,5 10,8 21,7 9,5 5,5 7,7 14,3
X 14,8 45,2 34,7 22,1 25,9 19,3 37,7
Média 18,7 28,7 31,3 12,9 20,0 15,5 18,2
Ranking 4 2 1 7 3 6 5

 

Note que as áreas consideradas popularmente mais fáceis (Penal e Trabalho) estão em último lugar.

 

Entretanto, isso não sigfica que Constitucional é a área mais “fácil”. Isso porque a tabela acima o índice de aprovação geral, englobando as duas fases.

 

As notas obtidas pelos candidatos demonstram que, na verdade, Direito Constitucional liderou somente os II e III Exames (veja o próximo item).

 

Prova da OAB - gabarito

 

3) Área jurídica com maior aproveitamento no Exame de Ordem

 

As tabelas a seguir medem o aproveitamento (notas) dos candidatos na segunda fase. Ao analisar a tabela, lembre-se de que a peça vale 5 pontos e as questões, somadas, também valem 5 pontos.

TABELA – Prova prático-profissional: aproveitamento médio por disciplina da 2ª fase – Geral, e do II ao V EOU (Tabela 11 do relatório Exame de ordem em números)

Área Jurídica Geral (II ao X EOU) II Exame III Exame IV Exame V Exame
Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total
Todas as disciplinas 3,0 2,3 5,3 2,7 2,1 4,8 2,6 2,6 5,2 4,0 2,9 6,9 3,2 2,2 5,4
Adminsitrativo 3,1 2,3 5,4 3,6 2,3 5,8 2,4 3,0 5,5 4,1 3,8 7,9 3,4 2,9 6,3
Civil 3,7 2,9 6,6 3,2 2,3 5,5 2,5 2,6 5,1 4,6 3,8 8,3 4,1 2,7 6,8
Constitucional 3,3 2,5 5,9 3,5 2,3 5,8 3,7 2,6 6,3 3,4 2,9 6,3 3,2 2,3 5,5
Trabalho 2,9 2,1 5,0 2,9 1,8 4,8 2,4 2,4 4,9 4,0 2,3 6,3 3,1 1,7 4,8
Empresarial 3,0 2,7 5,6 3,4 2,2 5,6 3,4 2,6 6,0 3,8 3,7 7,4 3,0 3,2 6,2
Penal 2,8 2,3 5,1 1,9 2,2 4,1 2,6 2,8 5,4 3,9 3,2 7,2 3,0 2,0 5,0
Tributário 2,7 2,1 4,9 2,9 2,3 5,2 2,6 2,7 5,3 3,9 2,1 5,9 3,1 2,1 5,2

Continuação – Prova prático-profissional: aproveitamento médio por disciplina da 2a fase – do VI ao X EOU (Tabela 11 do relatório Exame de ordem em números)

Área Jurídica VI Exame VII Exame VIII Exame IX Exame X Exame
Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total Peça Questões Total
Todas as disciplinas 3,2 2,3 5,6 2,7 2,1 4,8 2,7 2,2 4,9 3,3 3,0 6,3 2,7 2,8 5,5
Adminsitrativo 3,2 2,6 5,7 3,4 1,4 4,8 1,9 1,8 3,7 3,7 2,6 6,4 2,3 1,8 4,1
Civil 3,5 3,0 6,5 3,8 2,8 6,7 3,7 2,9 6,5 4,0 4,0 8,1 3,8 3,9 7,7
Constitucional 4,0 2,0 6,1 3,8 2,6 6,4 2,3 2,4 4,8 3,7 3,5 7,1 2,9 2,3 5,2
Trabalho 3,1 2,1 5,2 2,1 2,6 4,7 3,0 1,5 4,5 3,1 3,1 6,2 2,0 3,0 5,0
Empresarial 3,3 3,2 6,5 2,6 2,1 4,7 2,8 2,3 5,1 2,0 2,8 4,8 3,1 2,1 5,2
Penal 3,4 2,6 6,0 2,2 1,5 3,7 3,1 2,4 5,6 2,9 2,6 5,5 2,4 2,5 4,9
Tributário 2,7 1,2 4,0 2,7 2,2 4,9 1,4 2,4 3,9 3,7 2,8 6,5 3,1 2,9 6,0

 

Estas duas últimas tabelas demonstram que, em termos de aproveitamento, a matéria lider é Direito Civil, com a maior nota geral. Já as matérias que apresentaram menor nota geral foram Tributário, Penal e Trabalho. Supreendente, não?

 

Também é possível reparar que não existe uma uniformidade nas notas. As notas das matérias sobem e descem todos os anos, não existe um padrão nem de melhora e nem de piora constante nas notas de cada área especificamente.

 

4) Conclusão – Qual a área jurídica mais fácil na Segunda Fase do Exame de Ordem?

 

Observe que as áreas consideradas mais fáceis no “papo de corredor” (Penal e Trabalho) foram as que tiverem menores notas e aprovação. Será que é porque elas são, na verdade, mais difíceis? E será que Direito Civil ou Direito Constitucional, ao contrário do que dizem, são as matérias mais fáceis?

 

NÃO. Isso acontece porque, em grande parte dos casos, quem escolhe Penal e Trabalho, faz esta escolha porque não quer estudar muito. Já quem escolhe Civil, sabe que terá um desafio, e acaba se esforçando mais.

 

Então, finalmente, respondendo a pergunta proposta no título: qual a área jurídica mais fácil para a 2ª fase do Exame de Ordem?

 

Honestamente? Fiz todo esse estudo e trouxe esses dados estatísticos apenas para o meu artigo não ficar pobre e se resumir à resposta que eu já tinha pronta:

 

A área jurídica mais mais fácil para a segunda fase do Exame de Ordem é aquela que você mais gosta ou tem mais facilidade de estudo.

 

Isso se dá por uma razão simples: não existe área mais fácil. Existe estudo, esforço e conquista. Se você pensa em escolher a área somente pela facilidade, você já andou meio caminho para a reprovação.

 

Escolha a área que mais te agrada, aquela que te dá mais prazer em estudar. Porque, não duvide, você vai ter que ficar muitas horas sentado estudando esta matéria. E, se estudar já não é algo fácil, estudar algo que não gostamos é um martírio que vai levar, invariavelmente, a menos (ou nenhum) estudo.

 

Para dicas de estudo, leia meu artigo: Como passei na OAB – 3 dicas pessoais para passar no Exame de Ordem! (e uma dica bônus). Bons estudos!

 

Escolhendo a área do Exame de Ordem

 

ADENDO

Gostaria de pedir desculpas a todos os que se ofenderam com o meu parágrafo, mal escrito, no qual digo que grande parte dos que escolhem Penal ou Trabalho o fazem por que não querem estudar muito. Fui infeliz na redação e não transmiti exatamente o que eu queria dizer.

O fato é que eu recebo muitos e-mails e comentários de estudantes através do meu blog dizendo, mais ou menos: “Gosto mais da matéria X, mas vou prestar Y porque é mais fácil, o que a Sr.ª acha?”. E, via de regra, Y é Penal ou Trabalho, por causa desse mito que tentei quebrar neste artigo.

Eu NÃO quis dizer que todos os que prestam essas matérias querem estudar pouco! Eu quis dizer que muitos que fazem esta opção, o fazem por considerar que a prova vai ser mais fácil, e isso acaba refletindo na nota geral desta matéria (mais baixa que as demais, como demonstrei). Evidente que, em muitos casos, o estudante opta por Penal ou Trabalho por identificação com a matéria. A minha crítica não foi direcionada a estes, mas àqueles que o fazem por comodismo.

 

ATENÇÃO!

A republicação deste artigo NÃO é permitida.

FONTES: Exame de ordem em números.

Resenha: Material Completo de Estudo para Exame da OAB

Alessandra Strazzi

Alessandra Strazzi

Advogada | OAB/SP 321.795

Advogada por profissão, Previdenciarista por vocação e Blogueira por paixão, Autora dos blogs “Adblogando“ e "Desmistificando". Formada pela Universidade Estadual Paulista / UNESP.

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Resenha: Material Completo de Estudo para Exame da OAB

 

Este material de estudos me foi gentilmente enviado pelo seu produtor, o advogado Dr. Bruno Sette, para que eu fizesse uma resenha para os meus leitores. Eu não estudei por este material quando estava prestando o exame, pois não o conhecia. Analisei, aprovei e então topei fazer a resenha!

 

Ah, o Dr. Bruno ainda me garantiu que o material é atualizado constantemente.

 

[Obs.: contei a minha experiência com a prova neste post: Como passei na OAB – 3 dicas pessoais para passar no Exame de Ordem! (e uma dica bônus)]

 

Resenha: Material Completo de Estudo para Exame da OAB

 

Resenha Material Completo de Estudo para o Exame da OAB

 

O Material completo de estudo para o exame da OAB* é um material de estudo para o Exame de Ordem totalmente digital, muito bonito e bem organizado. Ele contém:

 

Arquivos com todo material necessário para Passar na OAB. Questões comentadas da segunda fase.
17 resumos das principais matérias. Dicas para primeira fase e segunda fase.
Toda a legislação exigida. Todas as provas da OAB dos últimos anos.
Explicação da estrutura das peças de 2ª Fase. Alguns vídeos com dicas.
Vários modelos de petição. Vários bônus.

 

Atualização em 25/02/2016 – O Dr. Bruno lançou a versão 2.0 deste material. Agora, ele vem organizado em um site no qual você acessa com login e senha (enviados por e-mail após a compra). Na minha opinião, está muito bonito! Veja:

Site material OAB

 

Organização do Material

 

A) Bônus

 

Primeiro, quero falar do item do material que eu mais gostei: o bônus “cronograma de estudos OAB” na forma de planilha do Excel. Nesta planilha, você pode modificar o número de dias restantes até a data da prova e o número de horas que você pode estudar por dia.

 

Com essas informações, a planilha calcula automaticamente quanto tempo você deve se dedicar a cada matéria e, dentro de cada matéria, quanto tempo deve estudar doutrina, jurisprudência e legislação. É genial! Claro que você deve adaptar isso às suas necessidades, mas é um excelente ponto de partida.

 

Atualização em 25/02/2016 – O Dr. Bruno está disponibilizando esta planilha gratuitamente! Clique no link para baixar 🙂

 

Para saber quais são os outros bônus, aconselho a ver o vídeo de apresentação deste material, que é bem interessante.

 

 

B) Resumos de 17 matérias:

 

São 17 arquivos em PDF contendo resumos das seguintes matérias:

 

  1. Direito Administrativo;
  2. Direito Ambiental;
  3. Direito Civil;
  4. Direito Constitucional;
  5. Direito do Consumidor;
  6. Direito do Trabalho;
  7. Direito Empresarial;
  8. Direito Internacional;
  9. Direito Penal;
  10. Direito Processual Civil;
  11. Direito Processual do Trabalho;
  12. Direito Processual Penal;
  13. Direito Tributário;
  14. Direitos Humanos;
  15. Estatuto da Criança e do Adolescente;
  16. Ética profissional;
  17. Filosofia do Direito.

 

Os resumos são ótimos, visualmente agradáveis de ler e com linguagem de fácil entendimento.

 

C) Questões comentadas da segunda fase, divididas por matéria (Administrativo, Civil, Constitucional, Empresarial, Penal, Trabalho e Tributário);

 

São sete arquivos em PDF (um por matéria) contendo questões de segunda fase comentadas. O interessante é tentar resolver as questões antes de ler os comentários, OK?

 

D) Todas as provas anteriores com seus respectivos gabaritos;

 

São exames e gabaritos oficiais das provas da OAB, tanto da primeira quanto da segunda fase, separados em arquivos ZIP para cada uma das provas.

 

E) Vários modelos de petições para a segunda fase, também divididos por matéria;

 

São sete arquivos PDF (um por matéria) contendo de 6 a 14 modelos de petição cada um.

 

F) Toda a legislação, súmulas, orientações jurisprudenciais e precedentes normativos cobrados no exame (inclusive Direitos Humanos);

 

São 20 arquivos contendo toda a legislação cobrada no exame; súmulas do TST, STJ e STF; súmulas vinculantes; orientações jurisprudenciais e precedentes normativos do TST e um manual prático de direitos humanos internacionais.

 

G) Dicas do Dr. Bruno de preparação para a primeira e para a segunda fase.

 

Aqui, o Dr. Bruno explica como é a prova de cada fase, explica como estudar para cada fase, o que levar no dia da prova, o que NÃO levar no dia da prova, como elaborar as respostas discursivas, a peça, etc.

 

Minha opinião sobre o material

 

Eu gostei muito deste material porque ele reúne duas coisas que todo concurseiro de sucesso e professores de cursinhos em geral já me ensinaram sobre estudos para concursos e provas da OAB: estudar lei seca, jurisprudência e fazer exercícios. Esta parece ser realmente a melhor fórmula de estudo.

 

O que este produto NÃO contém

 

O Material completo de estudo para o exame da OAB é muito completo, porém não contém vídeo-aulas. Então, se é isso que você está procurando, o material não vai ser bom para você. Mas, se você gosta de estudar sozinho ou não faz questão de vídeo-aulas, é realmente muito bom.

 

Atualização em 25/02/2016 – apesar do material não contar vídeo-aulas, o Dr. Bruno adicionou alguns vídeos na nova versão do material. Os vídeos contém dicas valiosas sobre como aumentar as chances de alcançar suas metas, como aumentar a produtividade, como melhorar o desempenho nos estudos, etc.

 

Bons estudos! 🙂

 

Bons Estudos!

 

* Obs.: Como prezo pela transparência com meus leitores, deixo claro que os links são patrocinados, ou seja, eu ganho comissão por cada produto vendido. Entretanto, só indico produtos que realmente analisei, testei e aprovei.

Todos os materiais indicados possuem garantia de 30 dias do Hotmart, a plataforma de produtos digitais mais confiável do mercado. Caso você não goste do produto por algum motivo, baste requerer o seu dinheiro de volta neste prazo.

 

Crédito de imagens: Pixabay, Photl.

Como passei em concurso de escrevente do TJ/SP

Alessandra Strazzi

Alessandra Strazzi

Advogada | OAB/SP 321.795

Advogada por profissão, Previdenciarista por vocação e Blogueira por paixão, Autora dos blogs “Adblogando“ e "Desmistificando". Formada pela Universidade Estadual Paulista / UNESP.

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Como passei em concurso de escrevente do TJ/SP

 

O relato abaixo foi escrito pela minha amiga e colega de turma na faculdade de Direito, Fernanda Oliveira. Após a formatura, nos afastamos um pouco, apesar de morarmos na mesma cidade. Eu a vi algumas vezes no cursinho enquanto eu estava estudando para o exame da OAB, mas depois mantivemos contato apenas por Facebook.

 

Um belo dia, quando eu já era advogada, fui ao fórum analisar um processo e quem me atendeu no balcão? A Fer! Fiquei super feliz ao vê-la lá, toda radiante, cumprindo exemplarmente sua função de funcionária pública, servindo bem ao público.

 

Conversamos um pouco e, a pedido meu, ela concordou em escrever um artigo para os leitores do Adblogando com o tema “como passei em concurso de escrevente”. É bem emocionante, a Fer escreve super bem! Não deixe de ler!

 

[Leia também: Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas]

Sumário

1) Como passei em concurso de escrevente do TJ/SP – relato de uma concurseira

    1.1) O desafio

    1.2) O esquema de estudo e comparação da prova de 2012 com a deste ano

    1.3) Segunda fase do concurso – prova prática de digitação

    1.4) A caminhada

2) Dica de estudo para concurso público

 

 

Concursos escrevente TJ-SP 2012 2015

 

1) Como passei em concurso de escrevente do TJ/SP

 

“Vendo a notícia sobre a prova do Tribunal de Justiça de São Paulo para o cargo de escrevente, que acontece no próximo dia 26, não pude deixar de pensar que essas duas palavras – concurso público – ao longo do tempo, ganharam diversos significados para mim.

 

Há mais de um ano, quando fui empossada como escrevente técnico do TJ-SP, elas acabaram por significar o alívio de uma pessoa recém-formada em Direito, sem muitos desejos para com a advocacia privada, mas com uma vontade imensa de romper, da forma mais imediata possível, os laços de dependência financeira para com a família, buscando até mesmo por poder ajudá-la com os custos do dia-a-dia.

 

1.1) O desafio

 

Bom, acho que esse alívio é de alguma forma uma das coisas que todos buscam no universo do concurso público. No entanto, acreditar que ele seria possível foi um passo difícil para concretizar essa história. Isto porque não era fácil lidar com a ideia dos mais de 4.000 candidatos e as 20 vagas para a cidade escolhida, ou as 80 questões de uma lista considerável de itens do edital a ser estudado em um curto espaço de tempo, tempo esse, que se fazia para mim de mudanças.

 

Estar recém-formado é um dos ditos momentos únicos de nossas vidas. Salvo se você já tenha muito bem definido o que quer para si ao longo dos estudos e consiga rumar para esse objetivo, como a formiga que trabalha no verão, a provável sensação que você terá ao receber o diploma é a mesma que a cigarra teve com a chegada do inverno. Pelo menos foi o que eu senti, já que ao longo do curso não consegui definir quais seriam exatamente os caminhos a serem tomados. Não consegui deixar de experimentar ao menos algumas das possibilidades que às vezes eram inconciliáveis entre si. Assim, com o fim da faculdade, tinha o mundo todo a abraçar, mas só conseguia tocar o vazio da minha carteira…

 

Falar sobre esse momento é importante porque foi exatamente o desespero de cigarra, em iniciar a nova etapa da jornada, que me fez acreditar ser possível a aprovação a despeito dos milhares de candidatos, das poucas vagas e do edital extenso. Toda vez que a dúvida me sondava, firmava, então, o pensamento no que essa conquista significaria. Dessa forma, acabei por transformar os milhares de concorrentes em apenas um: eu mesma.

 

Nesse contexto, vale citar Gandhi quando diz que “a força não provém da capacidade física, mas sim de uma vontade indomável”… Depois dessa experiência, cada vez mais tenho acreditado que quando fixamos um propósito, e apenas nele nos concentramos, não há qualquer impeditivo material para alcançá-lo. De algum modo, passamos a encontrar tudo o que precisamos para vencer o cansaço físico ou o aperto de não estar com a família e os amigos nos finais de semana; encontramos a paciência e a bondade para com nós mesmos diante de um dia em que os estudos não renderam tanto; encontramos a disciplina de voltar a acreditar e a recomeçar depois de querer mandar tudo para os ares…

 

1.2) O esquema de estudo e comparação da prova de 2012 com a deste ano

 

Escrevente do TJ-SP - esquema de estudo

 

Com o primeiro passo dado, o de acreditar, restou colocar a mão na massa! E, então, não tem mesmo jeito, o negócio foi estudar, com a devida coragem!

 

E para tanto, comecei pelo edital, fazendo uma análise dos conteúdos ali relacionados e verificando a forma de pontuação da prova e os pesos atribuídos a cada uma das matérias. Acho que isso foi importante para determinar a intensidade do estudo de cada uma delas, dando mais eficiência a ele.

 

Para a prova de escrevente de 2012, o conteúdo programático foi divido em três partes, sendo 30 questões de língua portuguesa, 38 sobre direito e 12 sobre conhecimentos gerais (04 de atualidades, 04 de matemática e 04 de informática). Cada um desses três blocos valia de 0 a 10 pontos. Dessa forma, errar uma do bloco de conhecimentos gerais faria mais diferença do que errar uma de português ou de direito, já que a nota final da prova objetiva era calculada pela média aritmética simples das notas de cada um dos blocos. Contudo, as provas de português e direito eram eliminatórias, devendo o candidato, para estar habilitado, alcançar ao menos 05 pontos em cada um desses blocos, e uma média final igual ou superior a 05 também. Assim, o bloco de conhecimentos gerais, apesar de valer mais, era apenas classificatório.

 

Analisando o edital do concurso desse ano com relação ao de 2012, algumas coisas mudaram. Serão também três blocos, valendo de 0 a 10 pontos cada, sendo o de português e o de direito de caráter eliminatório e classificatório, e o de conhecimentos gerais de caráter classificatório apenas, fazendo-se a média nos mesmos moldes para o cálculo da nota final. Entretanto, serão 24 questões de português, 36 de direito e 40 de conhecimentos gerais, ou seja, houve um aumento no número de questões e a inclusão da disciplina de raciocínio lógico no bloco de conhecimentos gerais, a qual não constava no edital de 2012. A prova terá, então, 100 questões ao todo, sendo que as de português terão maior valor, pois é o bloco com menos questões, embora a forma de cálculo da nota final não tenha mudado.

 

Importante também foi analisar as provas anteriores para sacar o jeito com o qual o conteúdo costumava a ser cobrado, sobretudo, porque o concurso do TJ-SP para o cargo de escrevente, já há algum tempo, vem sendo organizado pela mesma banca. Tal foi essencial para perceber que os conteúdos de direito, por exemplo, eram cobrados na perspectiva de “lei seca”, ou seja, as questões eram apenas sobre o texto da lei, sem grandes aprofundamentos quanto ao que diz a doutrina ou a jurisprudência.

 

Com relação às outras matérias, optei por procurar a ajuda de um cursinho especializado. O legal dessa escolha foi o fato de poder contar com a ajuda dos professores na triagem dos assuntos e do tipo de exercício que costumam cair nessa prova.

 

Para quem irá prestar o concurso desse ano, legal seria dar uma boa olhada na prova do concurso de 2014, feito para prover as vagas na capital e nas cidades da grande São Paulo, a fim de sentir as últimas tendências da banca, sobretudo, porque essa prova foi realizada sob os moldes já modificados do edital, sinalizando, talvez, uma mudança no estilo da prova.

 

Estudar primeiramente o edital e fazer essa análise das matérias foi determinante, pois acabou por agilizar o tempo de estudo, que foi distribuído de acordo com o peso de cada um dos blocos, dando também mais segurança, já que a ideia de que vamos esgotar suficientemente todo o edital para a prova me parece ilusória, devendo-se, então, priorizar alguns assuntos em função de outros.

 

1.3) Segunda fase do concurso – prova prática de digitação

 

Prova de digitação de escrevente do TJ-SP

 

O concurso de 2012 contava ainda com uma segunda fase, a prova prática de digitação, de caráter apenas eliminatório. O desafio era digitar, em 11 minutos, um texto com aproximadamente 1.800 caracteres, descontando-se 0,05 ponto a cada erro, considerando-se como tal toda e qualquer divergência com o texto original.

 

Já o concurso de 2015 também contará com uma segunda fase que, entretanto, não terá apenas a prova de digitação nos moldes descritos. Além de digitar, o candidato terá ainda de formatar um texto preestabelecido no tempo de 5 minutos, descontando-se 0,2 ponto da nota final. Assim, a prova de digitação terá a nota máxima de 8 e a de formatação será de 2, devendo-se fazer uma soma com as notas obtidas, após o desconto de eventuais erros, para se chegar ao resultado final.

 

Para a minha segunda fase, diante da habilidade que eu tinha para digitar, o que se resumia ao famoso “catar milho”, ainda que na velocidade 05, não tive dúvidas: fui fazer aulas de digitação! Encontrei uma professora incrível, que já tinha trabalhado com alunos concurseiros e que conduzia a aula tendo por foco a prova e suas especificidades.

 

Fazia treinos diários, digitando textos nos moldes do edital, em um teclado padrão, e cronometrando o tempo. Além disso, enquanto digitava, escutava, com fones e bem alto, um áudio que reproduzia o som da digitação de vários teclados ao mesmo tempo. Inicialmente parecia loucura, mas simular esse ambiente, como sugerido por outros concurseiros mais experientes, evitou sustos no dia da prova. Isto porque os testes foram feitos em grupos e de fato, ao sinal do fiscal de sala, um barulho imenso de teclas batidas invadiu meus ouvidos, formando-se um som nada agradável aos nervos já tão à flor da pele naquele dia.

 

1.4) A caminhada

 

Como passei em concurso de escrevente

 

Ah, o nervosismo… Acho que ele é o grande vilão dessa fase, bem mais do que os 11 minutos ou os 1800 caracteres. Lembro que fiquei bem ansiosa com a prova. O fato de ter feito as aulas e ter treinado diariamente fez toda a diferença para que eu buscasse a calma e enfrentasse o desafio. Na verdade, até a prova se iniciar, houve um momento de espera com os demais candidatos em uma salinha, onde eu, em meio às conversas de alguns e o silêncio de outros, tentava focar em tudo o que tinha passado até ali, como naquela música do Cidade Negra: “você não sabe o quanto eu caminhei para chegar até aqui…”

 

[Leia também: Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas]

 

Mais ou menos isso… ou bem isso! Porque, no fim, buscar a aprovação é mesmo uma caminhada árdua, às vezes solitária, em que se escalam alguns montes e se encontram algumas noites de incerteza, mas acho que nem preciso dizer o quanto ela é gratificante. Digo apenas, e com toda a fé, que ela é possível, basta acreditar sempre que for preciso!”

 

Fernanda Oliveira

 

2) Dica de estudo para concurso público

 

dica de estudo escrevente do TJ-SP

 

Aproveitando a oportunidade, gostaria de convidar quem está prestando concurso público (ou, simplesmente, gostaria de aprender Direito mais rapidamente) a conhecer o material: Pacote para Concurso da Editora AudioJus (link patrocinado).

 

Trata-se de um completo material em áudio torna possível o estudo em qualquer lugar, dobrando o seu tempo de estudos. Ou seja, o seu tempo acaba sendo melhor aproveitado.

 

Veja este vídeo gratuito e aprenda:

  • O pior erro que um concurseiro pode cometer;
  • A lei fundamental para passar em um concurso;
  • As técnicas e ferramentas;
  • O passo a passo dessa ferramenta.

 

Estudar com áudio para concurso público

 

Crédito de imagens: Photl, Pixabay

Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas

Valda Prata

Valda Prata

Funcionária pública da Justiça Federal

Funcionária pública e protetora dos animais nas horas vagas. Presidente da FAUNA (Francisco de Assis União Protetora dos Animais) de São José do Rio Preto/SP.

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Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas

 

Há tempos, eu queria escrever um artigo sobre concurso público, com dicas ou histórias (do tipo “como passei em concurso público”), mas eu não poderia fazê-lo, já que nunca passei em um concurso (pois não presto – após decidir advogar, me apaixonei pela profissão e estou focada somente nela).

 

Por isso, resolvi pedir para as pessoas que eu conheço e passaram em concurso para escreverem sobre a experiência delas e motivar os meus leitores concurseiros!

 

O texto abaixo foi escrito pela minha mãe, a pedido meu. E ela arrasou! A partir de agora, sempre trarei artigos dela!

 

Leia até o fim, pois trago uma dica de estudos não muito comum para quem está prestando concurso.

 

Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas

 

Como passei em concurso público, trabalhando, cuidando de casa, com marido e duas filhas

 

Final de 1992, casada, com duas filhas (6 e 8 anos), trabalhando como caixa de banco, fiquei sabendo que haveria concurso para Justiça Federal que seria inaugurada em nossa cidade.

 

Eu não tinha quase nenhuma prática em concurso, mas sempre tive vontade de ser aprovada em um para poder ter estabilidade. No banco, vivíamos com o fantasma da demissão. Era comum a notícia de que o banco faria corte de pessoal. Além disso, eu tinha um chefe terrivelmente sem educação, que não tinha noção nenhuma de liderança. Era comum gritar com os subalternos.

 

Então tratei de me inscrever no concurso. O salário seria melhor e eu poderia ter a tão sonhada estabilidade, além de me livrar do chefe general. Escolhi o cargo de Auxiliar Judiciário que necessitava ter o 2º grau completo. As matérias seriam Português e Noções de Direito. Depois, se aprovada, teria a prova de datilografia. Eu sempre gostei de português e tinha um bom conhecimento desta matéria. Também era ótima datilógrafa, mas não tinha quase nenhum conhecimento em Direito, pois era formada em Administração de Empresas.

 

Prova de datilografia em concurso público

Para os novinhos: esta é uma máquina de datilografia.

 

O segredo

 

A prova seria em breve.Comprei uma apostila do concurso e comecei a estudar. O tempo era escasso, mas eu estava bastante motivada. Meus motivos: ganhar mais, ter minha estabilidade e me livrar do chefe capataz. Eu precisava passar.

 

E aqui está o “segredo”: a motivação. Sem ela, eu não teria passado. Eu tinha aquela garra de quem quer realmente passar. Eu deixei muito passeio e várias horas de sono para estudar. Também deixei um pouco a casa de lado. Não ficava esfregando. Dava aquela ajeitada e pronto. Minha prioridade naquele momento era passar no concurso e eu estava focada nisso.

 

Como passei em concurso público cuidando de casa e trabalhando

 

Portanto, se você tem motivação (cada um tem a sua), se você realmente quer passar, você acorda de madrugada, deixa o passeio e vai estudar. Sem motivação, no primeiro obstáculo, você desiste.

 

Como estudei para o concurso público

 

Eu estudei apenas pela apostila. Muita gente achava aquela apostila ruim, mas eu digo: se você souber tudo, ou quase tudo, o que está em uma apostila que foi feita em cima do edital do concurso, você passa. Estou falando de um concurso de nível médio.

 

É quase certo que os momentos de desânimo e cansaço virão, mas não desista! Lembre-se de seus motivos. São eles que te seguram.

 

Concilie estudos e lazer

 

Mas também não precisa deixar todo o lazer. Não precisa ficar naquela: se vai na balada, fica com a consciência pesada. Se fica em casa estudando, fica sem concentração, pensando no que está perdendo na balada.

 

Conciliar diversão com estudos

Minha mãe usando a palavra “balada”. Arrasou!

 

Dá para conciliar. Apenas diminua o lazer e administre o tempo, mas coloque o concurso como prioridade. Pense que, depois que passar, vai ter muitas outras oportunidades de lazer.

 

Quando passei no concurso ouvi muito: “Passou? Nossa! Que sorte!”. Mas, não se passa em concurso por sorte. Eu me preparei e conquistei meu objetivo. Motivação, foco e estudo – está é a fórmula, que não é mágica.

 

Sorte x preparação

“Sorte?! Beijinho no ombro para o seu recalque!”

 

Então, trate de sentar a bundinha na cadeira e estudar. Boa sorte! Ops, boa CONQUISTA!

 

Valda Prata

 

Se você gostou da história da minha mãe, deixe um comentário abaixo. Adoro o feedback dos meus leitores!

 

Dica de estudos para concurso público

 

Se você está estudando para concurso público, veja o  vídeo preparado por Paulo Sette (publicidade). Ele traz dicas de estudos pouco conhecidas e promete dobrar suas chances de passar já no próximo concurso público.

 

Conheça também outros cursos, materiais de estudo e produtos que indico.

 

Crédito de imagens: Pixabay, Freepik.

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